Ranking dos melhores decks Commander de Magic: The Gathering em 2026

Com o lançamento do conjunto Marvel Super Heroes, Magic: The Gathering ganhou mais quatro decks Commander pré-construídos, elevando para 12 o total de opções disponíveis em 2026. Além disso, ainda estão por vir os decks de Foundations e um de Reality Fracture. Para ajudar na escolha, o site Polygon classificou todos os decks do ano, do pior ao melhor, levando em conta coesão, consistência, estratégia definida e o quão bem o deck funciona direto da caixa.

Magic:
Fonte da imagem: Polygon

Em último lugar, na 12ª posição, ficou Doom Prevails, nas cores azul, preto e vermelho, comandado por Doctor Doom, King of Latveria. Apesar da expectativa para um deck temático de vilões, o resultado foi decepcionante. A mecânica connive faz sentido narrativo, mas as estratégias se sobrepõem de forma confusa, e muitas cartas de vilões parecem estar ali apenas para preencher espaço, atrapalhando o funcionamento geral.

Doctor
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Na 11ª colocação está Prismari Artistry, vermelho e azul, com Rootha, Mastering the Moment. O deck é divertido, mas pouco empolgante. A proposta de mágicas Izzet que geram grandes criaturas Elementais é comum, e o início de partida é fraco. Quando o motor engrena, os oponentes já podem ter removido Rootha. Ainda assim, se conseguir colocar Elementais grandes em jogo, a diversão é garantida.

Rootha,
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O 10º lugar é de Silverquill Influence, branco e preto, liderado por Killian, Decisive Mentor. É um dos decks mais inconsistentes da lista, alternando entre vitórias expressivas e eliminações precoces. A mecânica goad não é nova, mas é rara em Orzhov. O problema é que o deck perde força em situações 1 contra 1, e ficar sem criaturas enquanto só vêm encantamentos e auras pode ser frustrante. Por outro lado, quando funciona, é difícil superar a sensação de fazer os outros jogarem por você.

Killian,
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Em 9º, The Fantastic Four (vermelho, branco, verde e azul) tem quatro comandantes: The Invisible Woman, Mister Fantastic, Human Torch e The Thing. Quando os quatro estão em jogo, as combinações são quase infinitas, mas reunir todas as peças é difícil, especialmente sem a mecânica Partner do deck Turtle Power. O desempenho varia muito conforme o comandante escolhido. O deck inclui cartas como The Five Arrive (reimpressão de Genesis Ultimatum), Quantum Misalignment, Path to Exile e Cleansing Nova.

Human
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Na 8ª posição, Turtle Power é um dos dois decks de cinco cores do ano, com os comandantes Heroes in a Half-Shell. Graças ao Partner, é possível usar várias combinações de cartas na zona de comando, incluindo April O’Neil e Splinter. Isso torna o deck modular, com muitas formas de jogar, mas ele acaba sendo um “faz-tudo, mestre de nada”. Ainda assim, quando os marcadores +1/+1 começam a se acumular, isso deixa de ser um problema.

Heroes
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O 7º lugar é de Quandrix Unlimited, verde e azul, comandado por Zimone, Infinite Analyst. O deck é repleto de cartas com X no custo de mana, oferecendo muitas opções desde o início. Zimone reduz o custo dessas mágicas e fica mais forte. O ponto fraco é a remoção precoce do comandante, mas se você conseguir colocar hidras enormes em jogo, vale a pena.

Zimone,
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Em 6º, Blight Curse (preto, verde e vermelho) traz Auntie Ool, Cursewretch como comandante. A mecânica de -1/-1 é inteligentemente atrelada ao custo de Ward da comandante, que transforma esses marcadores em compra de cards e perda de vida, além de recompensar sacrifícios. A carta The Reaper, King No More permite converter uma criatura enfraquecida em aliada uma vez por turno, e Tree of Perdition oferece trocas de vida que podem encurtar partidas ou servir como moeda política.

Auntie
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Na 5ª colocação, Wakanda Forever (verde e branco) é um deck de artefatos com um diferencial: os artefatos Vibranium, que não podem ser destruídos e geram mana para mágicas de artefato. Com 24 artefatos e 24 criaturas, o deck acelera rápido e T’Challa, the Black Panther fica mais forte conforme você joga mágicas de artefato maiores.

T'Challa,
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O 4º lugar é de Witherbloom Pestilence, verde e preto, comandado por Dina, Essence Brewer. É um deck aristocrata que gera dezenas de combos infinitos ou quase infinitos. Dina é um motor completo: sacrifica criaturas, ganha vida, coloca marcadores e compra cards, tudo por apenas três manas. O deck recompensa sacrifícios inteligentes e movimentação de marcadores.

Dina,
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Na 3ª posição, Dance of the Elements é o outro deck de cinco cores do ano, comandado por Ashling, the Limitless. Não é recomendado para iniciantes, pois depende de evocar criaturas grandes para colocá-las em jogo com Ashling, sacrificá-las e criar cópias como bloqueadores. Depois que você entende a mecânica, o deck se torna realmente “sem limites”. Inclui cartas como Maelstrom Wanderer, Omnath, Locus of Rage e Titan of Industry, que geram grandes efeitos de entrada em jogo.

Ashling,
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O ranking completo foi publicado pelo Polygon e pode ser consultado para mais detalhes sobre cada deck.

Leia mais aqui em inglês: https://www.polygon.com/magic-2026-commander-precons-rnaked-best-to-worst/.

Fonte: Polygon.

2026-07-15 21:00:00

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