Razer Blade 16 (2026): desempenho de sobra, mas preço de US$ 4.900 faz pensar duas vezes

A Razer apresentou a versão 2026 do seu notebook gamer Blade 16, e a novidade chega com uma mudança importante sob o capô: o processador Intel Core Ultra 9 386H, baseado na arquitetura Panther Lake. No entanto, o que mais chama a atenção no lançamento não é apenas o hardware de ponta, mas o preço salgado. A configuração avaliada, equipada com RTX 5090, 32 GB de DDR5, SSD de 2 TB e tela OLED de 16 polegadas com 240 Hz, custa US$ 4.900 (cerca de R$ 27.000 em conversão direta) — ou £4.800 no Reino Unido. São US$ 400 a mais do que o modelo anterior com a mesma GPU, um aumento que a própria empresa atribui, em grande parte, à crise de memória que afeta o setor.

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apped in a chassis that still stands head and shoulders above the rest. The Blade 16 is astonishingly slim given the components inside, and its crisp-edged, all-business frame feels like the pinnacle of gaming laptop design. A Razer Blade 16 gaming laptop in front of a TV next to a wooden sculpture Crédito da imagem: Future)Fonte da imagem: PcgamerEvery other laptop manufacturer should take a look at Razer’s efforts here and make notes

O novo Blade 16 mantém o mesmo chassi do modelo de 2025, que foi elogiado por seu design e acabamento premium. A grande novidade, além do processador, é a inclusão do Core Ultra 9 386H, um chip veloz para jogos que promete elevar o desempenho da máquina. Em termos de construção, o notebook continua sendo um dos mais bonitos e portáteis da categoria, com um visual discreto e sofisticado, que lembra um MacBook, mas com DNA gamer.

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Image credit: Future)Fonte da imagem: PcgamerEvery other laptop manufacturer should take a look at Razer’s efforts here and make notes. Simply put, every part of the Blade 16 looks and feels top notch. It’s amazing what huge gobs of cash will buy, isn’t it?. A Razer Blade 16 gaming laptop outside on white gravel

Em testes de desempenho, o Blade 16 (2026) se saiu bem, mas não dominou todos os cenários. No Cyberpunk 2077, em 1080p com ray tracing ultra, ele alcançou 66 FPS médios, com 1% low de 44 FPS. Isso representa uma vantagem de apenas 3 FPS sobre o modelo anterior, que já usava RTX 5090, e fica atrás do Lenovo Legion Pro 7i Gen 10, equipado com RTX 5080, que marcou 68 FPS médios. Em Baldur’s Gate 3, o Legion também levou a melhor, com 96 FPS contra 83 do Razer. Já em Black Myth: Wukong, o Blade 16 conseguiu 110 FPS, superando o Legion, que ficou em 99 FPS. Em F1 24, o Razer marcou 120 FPS, enquanto o Legion chegou a 126 FPS. No Metro Exodus Enhanced Edition, o Legion disparou na frente, com 140 FPS, contra 126 do Razer.

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Image credit: Future)Fonte da imagem: Pcgamer1080p gaming performance. A Razer Blade 16 gaming laptop being held up to the sky

Quando a resolução sobe para 1600p, o cenário se repete. No Cyberpunk 2077, o Blade 16 (2026) empata com o modelo anterior e com o Legion, todos em torno de 39-40 FPS. Em Baldur’s Gate 3, o Legion novamente se destaca, com 96 FPS, enquanto o Razer fica em 81 FPS. Em F1 24, o Razer e o Legion empatam em 78 FPS, e no Metro Exodus, o Legion vence com 96 FPS contra 95 do Razer. Esses resultados mostram que, apesar da RTX 5090, o Blade 16 não consegue se distanciar de concorrentes com GPUs mais modestas, como a RTX 5080, especialmente em um laptop mais robusto como o Legion Pro 7i.

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(for cheaper). The backside of a Razer Blade 16 (2026) gaming laptop, showing the rear fan exhausts Crédito da imagem: Future)Fonte da imagem: PcgamerEvery other laptop manufacturer should take a look at Razer’s efforts here and make notes

A explicação para esse desempenho equilibrado está no design térmico. O Legion Pro 7i, com seu chassi maior e sistema de refrigeração mais agressivo, consegue extrair mais dos componentes, evitando o thermal throttling. O Blade 16, por outro lado, prioriza a portabilidade e o silêncio, o que limita o potencial máximo da RTX 5090. Em modo Balanced, o notebook opera de forma relativamente silenciosa, mas em Performance, os ventiladores ficam mais audíveis, embora não cheguem a incomodar.

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Image credit: Future)Fonte da imagem: PcgamerAnd while we’re on aesthetics, I have to rave about the Blade 16’s 240 Hz OLED display. You can spot this panel from across a crowded room, as I have done at many tech conferences and events. It’s stunningly vibrant without appearing over-saturated, and has caused me to stare gormlessly at benchmark demos running in the background that I’d ordinarily glance at with indifference. And the contrast levels? Sumptuous. The 240 Hz OLED panel of the Razer Blade 16 (2026) gaming laptop

Apesar das limitações térmicas, o Blade 16 (2026) é uma máquina impressionante. Sua tela OLED é uma das melhores do mercado, com cores vibrantes e pretos profundos, e o teclado é confortável para longas sessões de uso. A bateria, de 90 Wh, oferece boa autonomia, e o notebook consegue rodar jogos mesmo desconectado da tomada, algo raro em máquinas desse porte. O conjunto é tão bom que o analista da PC Gamer admite que é o primeiro laptop gamer que o faria considerar abandonar tanto o desktop quanto o notebook de trabalho.

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eferences, and there’s a floating bar along the top showing you real time data for your CPU and GPU temps, fan speeds, and more. Razer Synapse display settings running on the Razer Blade 16 (2026) gaming laptop Crédito da imagem: Future)Fonte da imagem: PcgamerEvery other laptop manufacturer should take a look at Razer’s efforts here and make notes

No entanto, o preço é o grande vilão. Por US$ 4.900, o consumidor pode adquirir um Legion Pro 7i com RTX 5080 por um valor menor e obter desempenho superior em vários títulos. A diferença de preço entre os dois é significativa, e isso faz o analista questionar o valor do Blade 16. É um objeto maravilhoso, e eu teria um se tivesse todo o dinheiro do mundo. Mas também teria uma Lamborghini banhada a ouro e um quarto extra feito de chocolate, brinca.

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ignificantly less, I can’t help but wonder how much the Blade’s ultra-premium, ultra-portable design is actually worth. More, certainly. But substantially more? It’s a very difficult thing to square. A Razer Blade 16 gaming laptop on white gravel, with its screen tilted Crédito da imagem: Future)Fonte da imagem: PcgamerEvery other laptop manufacturer should take a look at Razer’s efforts here and make notes

A Razer oferece versões mais baratas do Blade 16, com GPUs menos potentes, e o analista sugere que, se fosse comprar com dinheiro próprio, optaria por uma dessas configurações. O modelo topo de linha, com RTX 5090, é um exercício de engenharia, mas o preço o coloca fora do alcance da maioria dos mortais. A nota final do review caiu de 90% para algo menor, justamente por causa do custo-benefício.

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aptops money can buy—but for this sort of cash, I think it’s lost just a touch of its shine. A Razer Blade 16 (2026) gaming laptop on a desk Crédito da imagem: Future)Fonte da imagem: PcgamerEvery other laptop manufacturer should take a look at Razer’s efforts here and make notes

Em resumo, o Razer Blade 16 (2026) é um dos notebooks mais desejáveis do mercado, com design impecável, tela espetacular e desempenho sólido. Mas o aumento de preço, aliado à concorrência acirrada de máquinas como o Legion Pro 7i, faz com que seja difícil recomendar a configuração topo de linha. Para quem tem orçamento generoso e valoriza portabilidade e estética, o Blade 16 continua sendo uma escolha excelente. Para os demais, talvez seja melhor esperar uma promoção ou considerar alternativas mais acessíveis.

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Fonte da imagem: Pcgamer. Razer Blade 16 gaming laptop

Leia mais aqui em inglês: https://www.pcgamer.com/hardware/gaming-laptops/razer-blade-16-2025-review/.

Fonte: PC Gamer.

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2026-08-03 14:44:00

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