Onimusha: Way of the Sword demora a engrenar, mas compensa com um dos combates mais marcantes da década

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If you’re sick of parrying in videogames, then Onimusha: Way of the Sword might hit you, dear reader, the wrong way—especially since its roll is extremely slow. The game’s introduction to its combat is a competent, though incredibly careful one. It establishes its full suite of defensive abilities with a glacial pace. Like you’re a deer and it’s afraid you’ll bolt into the underbrush.

The problem with this is that it gives the wrong impression. Onimusha‘s combat is utter action game bliss when it really gets going—but it takes a minute to get there. Not only does it drip-feed you with mechanics, but it starts off with the most ubiquitous one: The parry, or timed block, or deflect—whatever you want to call it.

Written by

PC
Fonte da imagem: Pcgamer

Written by

Harvey Randall

Sekiro sicko

I will defend parries until the day I die, but Onimusha: Way of the Sword stands out because of the cool, funky stuff it’s doing with the system, rather than a strict adherence to parry is king. I do wish it’d get to the point sooner, but when it does? Hoho boy, I’m in paradise.

Onimusha: Way of the Sword começa devagar, com uma introdução que segura muito a mão do jogador, mas quem insistir vai encontrar um dos sistemas de combate mais ricos e envolventes do gênero nos últimos anos. A avaliação é de Harvey Randall, do PC Gamer, que passou mais de 30 horas com o jogo e destaca a evolução do gameplay ao longo da campanha.

O protagonista Musashi começa com poucas opções defensivas, basicamente um bloqueio cronometrado. Conforme a aventura avança, o kit de habilidades se expande: entram o deflect, uma deflexão mais elaborada que exige segurar o botão de bloqueio antes do impacto, e uma esquiva cronometrada, mais eficaz contra ataques desarmados. Mas a grande estrela é o Issen, uma reversão que pede para o jogador apertar o botão de ataque no último instante, ficando completamente vulnerável caso erre o timing. O risco é alto, mas a recompensa também: o Issen pode eliminar inimigos comuns com um golpe só, causa dano e stagger consideráveis e ainda gera almas que enchem um estado especial, permitindo usar a técnica ainda mais vezes.

O combate ganha profundidade na forma como os inimigos se comportam. Eles alternam entre ataques com armas e golpes desarmados, forçando o jogador a escolher entre defletir ou esquivar. Há agarramentos que quebram o ritmo, rajadas de golpes que testam sua memória de botões e locks de lâmina que podem surgir aleatoriamente. Alguns adversários entram em postura de contra-ataque, exigindo golpes desarmados para derrubá-los, enquanto outros lançam ataques inevitáveis que só podem ser bloqueados ou defletidos. É um verdadeiro jogo de pedra, papel e tesoura em alta velocidade.

Para quem já é veterano de jogos como Sekiro, Lies of P e Nine Sols, a comparação é inevitável — e, segundo Randall, Onimusha: Way of the Sword se sai muito bem nessa companhia, com um sistema de combate cheio de textura e personalidade. O problema é que essa qualidade demora a aparecer. A primeira metade do jogo sofre com uma introdução cheia de tutoriais e pouca liberdade. Mas, a partir do meio da campanha, o jogo mostra os dentes e transforma um possível defeito — a repetição de chefes e minichefes — em uma oportunidade de mostrar evolução. Os reencontros obrigatórios viram vitrines para o jogador aplicar o que aprendeu, derrotando velhos rivais com muito mais facilidade e estilo.

A dica do autor é clara: se as primeiras horas parecerem lentas ou familiares demais, persista. E mesmo quem está cansado de jogos baseados em parry pode dar uma chance — o timing do bloqueio é generoso e o design de som ajuda na leitura dos golpes. No fim, Onimusha: Way of the Sword é descrito como um action game de primeira linha, que recompensa quem investe tempo nele.

Visão Gamer: A demora para engrenar pode afastar jogadores menos pacientes, mas a promessa de um combate profundo e recompensador a partir do meio da campanha é um forte argumento para quem curte desafios e sistemas bem construídos. A repetição de chefes, que costuma ser vista como defeito, aqui parece funcionar como um medidor de progresso do jogador — algo que fãs de soulslike e action games costumam valorizar. Se o ritmo inicial for mesmo o único ponto fraco, pode valer a pena atravessar as primeiras horas para chegar ao que o jogo tem de melhor.

Leia mais aqui em inglês: https://www.pcgamer.com/games/action/onimusha-way-of-the-sword-starts-off-slow-but-stick-with-it-youll-be-rewarded-with-some-of-the-best-action-combat-of-the-decade/.

Fonte: PC Gamer.

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2026-09-05 16:00:00

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