Jornalista tenta ser detetive forense em simulador, mas destrói provas e deixa criminosos soltos

O colunista Christopher Livingston, da PC Gamer, decidiu testar suas habilidades como investigador forense no jogo Forensics: Crime Scene Detective, um simulador que promete colocar o jogador na pele de um perito criminal. A experiência, porém, não foi nada glamorosa: Livingston falhou em três dos primeiros casos, destruiu evidências e deixou suspeitos impunes. A série de reportagens No XP Needed acompanha jornalistas experimentando simuladores de trabalho, e desta vez o resultado foi uma sequência de erros digna de um episódio mal-sucedido de CSI.

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Image credit: Future)Fonte da imagem: Pcgamer

Livingston baseia seu conhecimento em investigações criminais na série CSI: Miami, onde o detetive Horatio Caine, interpretado por David Caruso, solta frases de efeito após colocar os óculos escuros. O jornalista relembra um momento em que Caine afirma: Prioridade número um… *coloca os óculos* …é encontrarmos a cena do crime. Para Livingston, a fala é óbvia e desnecessária. Ao tentar imitar o detetive, ele percebe que é tão bom em solucionar crimes quanto Caruso é em criar bordões memoráveis.

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photos. In the alleged drug dealer’s apartment there are just a couple smartphones and a password written on a post-it note, so I label ‘em, snap ‘em, and take them back to the lab. Crédito da imagem: Aerosoft GmbH)Fonte da imagem: PcgamerMy first act of lab work and I nuke the evidence

No primeiro caso, Livingston precisa coletar evidências no apartamento de um suposto traficante de drogas. A missão inclui encontrar dispositivos eletrônicos com comunicações para clientes, como mensagens de texto com emojis de drogas. Ele identifica dois smartphones e uma senha em um post-it, fotografa e etiqueta os itens, e os leva ao laboratório. O problema começa quando tenta extrair dados de um dos aparelhos danificados: é necessário dessoldar o cartão de memória aquecendo-o para derreter a cola, sem queimar o componente. Livingston falha repetidamente, queimando o cartão além do reconhecimento, comparando o resultado a um bagel torrado demais.

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Image credit: Aerosoft GmbH)Fonte da imagem: PcgamerMy first act of lab work and I nuke the evidence. And not only did I destroy this device, it turns out I also missed a third electronic device somewhere back at the apartment. I guess this drug dealer… *sunglasses* …is going to continue dealing drugs.

Além de destruir o dispositivo, Livingston descobre que deixou de coletar um terceiro aparelho no apartamento. O traficante, ironiza, continuará traficando. Nos casos seguintes, a situação não melhora. Ao tentar levantar impressões digitais, ele usa pouca ou excessiva quantidade de pó, tornando impossível a comparação no laboratório. Em outro caso, envolvendo análise de DNA, ele não consegue fazer a máquina funcionar corretamente e não identifica o suspeito. Livingston reclama que, em vez de gráficos complicados, preferiria que o computador mostrasse duas fotos e dissesse se o sujeito é o mesmo.

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photographed. Awesome. Crédito da imagem: Aerosoft GmbH)Fonte da imagem: PcgamerMy first act of lab work and I nuke the evidence

Apesar dos fracassos, Livingston destaca aspectos positivos do jogo. Ele gosta de etiquetar e fotografar evidências, como manchas de sangue e buracos de bala, e considera divertido usar um laser para traçar a trajetória de um projétil. Em um caso envolvendo uma arma de fogo, ninguém morreu, e ele pôde usar uma vareta para determinar a origem do tiro e fotografar o feixe de laser com névoa. O jogo, lançado pela Aerosoft e disponível no Steam, permite que o jogador fracasse de verdade, sem esperar pacientemente que complete uma lista de tarefas.

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Image credit: Aerosoft GmbH)Fonte da imagem: Pcgamer

Livingston conclui que, na vida real, não gostaria de ver sangue, mas adoraria colocar marcadores numerados e tirar fotos. Sobre sua performance no simulador, ele mesmo resume: Este detetive forense… *coloca os óculos* …é um péssimo detetive forense. A experiência mostra que, mesmo em um jogo, a perícia criminal exige paciência e técnica — algo que nem um bordão de CSI consegue substituir.

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Image credit: Aerosoft GmbH)Fonte da imagem: PcgamerI open the folder and it’s a coin burglary. Shit. Someone has been stealing antique coins. Filled with dread and disappointment, I go to the perp’s apartment.
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Image credit: Aerosoft GmbH)Fonte da imagem: PcgamerIt’s not so bad: at first. I dust for several fingerprints and do a decent job at lifting them. I find a whole crapload of evidence to label and photograph, including an actual pile of coins—which the game oddly does not consider relevant to this case.
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Crime
Fonte da imagem: Pcgamer

Leia mais aqui em inglês: https://www.pcgamer.com/games/sim/violent-criminals-keep-escaping-justice-but-i-sure-am-taking-some-nice-photos-of-evidence-in-this-crime-scene-simulator/.

Fonte: PC Gamer.

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2026-07-13 16:00:00

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