eShop do 3DS fechou, mas esses 10 jogos quase perfeitos ainda dá para caçar em mídia física

O fechamento da eShop do Nintendo 3DS transformou boa parte da biblioteca do portátil em item de colecionador. A má notícia é que quem não comprou na época perdeu o acesso digital a vários títulos. A boa é que muitos deles saíram em mídia física, o que significa que ainda dá para encontrá-los em lojas de usados ou sites de leilão. Selecionamos dez jogos do 3DS que passaram longe do radar da maioria dos jogadores e que fazem sentido na coleção de quem curte o console.

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Fonte da imagem: Polygon

Shinobi 3D (2011) chegou pelas mãos da Sega, com desenvolvimento da Griptonite Games. Fora do Japão, o título é conhecido só como Shinobi. A proposta é um retorno à dificuldade clássica da série de ação ninja — nada a ver com Shinobi 3, que saiu na leva de ports 3D do 3DS. Não é para todo mundo, mas agrada quem gosta de desafio.

Shinobi
Image: Griptonite Games/SegaFonte da imagem: Polygon

Já The Alliance Alive (2017) veio da Atlus, com desenvolvimento da Cattle Call, estúdio que costuma atuar como apoio em RPGs. O roteiro é de Yoshitaka Murayama, conhecido por Suikoden e Eiyuden Chronicle: Hundred Heroes. A trama gira em torno de destruir os Daemons que subjugaram a humanidade, com batalhas em turnos e evolução de habilidades conforme as ações mais usadas. O jogo depois ganhou versões para Nintendo Switch, PlayStation 4 e PC.

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Image: Cattle Call/AtlusFonte da imagem: Polygon

Rhythm Thief & the Emperor’s Treasure (2012), da Sega com a Xeen, mistura ritmo e investigação. O protagonista Raphael procura o pai desaparecido em Paris, resolvendo puzzles e minigames musicais enquanto desenrola uma trama cheia de reviravoltas.

Rhythm
Image: Xoon/SegaFonte da imagem: Polygon

Stella Glow (2015) foi o último jogo da ImageEpoch, estúdio de Luminous Arc e 7th Dragon, antes de encerrar as atividades. O título alterna batalhas por turnos com exploração e construção de relacionamentos. O tempo gasto com os aliados influencia as habilidades disponíveis e o final da campanha.

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Image: ImageEpoch/AtlusFonte da imagem: Polygon

Culdcept Revolt (2016), publicado pela NIS America, é um estratégico por turnos com cartas. O herói Allen acorda sem memória e se junta a um grupo de resistência contra o Conde Kraniss, que persegue os usuários de magia conhecidos como Cepters. A série ganhou uma continuação, Culdcept Begins, lançada no Nintendo Switch.

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Image: Omiya Soft/NIS AmericaFonte da imagem: Polygon

Tom Clancy’s Ghost Recon: Shadow Wars (2011) foi liderado por Julian Gollop, criador da franquia X-COM, durante sua passagem pela Ubisoft Sofia. O jogo saiu no 3DS antes mesmo do console chegar à América do Norte e traz estratégia por turnos no estilo Advance Wars, com atenção especial ao relevo do campo de batalha.

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Image: UbisoftFonte da imagem: Polygon

Return to PoPoLoCrois: A Story of Seasons Fairytale (2015), da XSEED Games, cruza a licença PoPoLoCrois, que existe desde 1996 no Japão, com Story of Seasons. O resultado é uma simulação de fazenda com elementos de RPG, visual charmoso e clima leve para sessões portáteis.

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Image: Epics/MarvelousFonte da imagem: Polygon

Code Name: S.T.E.A.M. (2015), da Nintendo com a Intelligent Systems, apostou em estratégia em terceira pessoa com estética steampunk e personagens excêntricos. Os turnos inimigos demoravam demais, o que foi corrigido em atualização pós-lançamento — tarde demais para o desempenho comercial.

Code
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Persona Q: Shadow of the Labyrinth (2014), da Atlus, uniu os elencos de Persona 3 e Persona 4 em um RPG em primeira pessoa com exploração no estilo Etrian Odyssey, incluindo os temidos FOEs e o mapeamento de masmorras. Foi a estreia dos personagens no hardware da Nintendo. Ganhou sequência no Japão em 2018, que chegou ao Ocidente no ano seguinte.

Persona
Fonte da imagem: Polygon

Ever Oasis (2017) saiu cerca de quatro meses depois do lançamento do Switch, já no fim da vida do 3DS, quando boa parte do público estava de olho no console novo.

Ever
Fonte da imagem: Polygon

Visão Gamer: com a eShop fechada, a mídia física virou a principal porta de entrada para essa parte da biblioteca do 3DS. Para quem coleciona ou quer recuperar títulos que passaram batido, garimpar usados é o caminho — e alguns desses jogos também estão disponíveis em plataformas mais recentes, como The Alliance Alive no Switch, PS4 e PC.

Jak
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Leia mais aqui em inglês: https://www.polygon.com/best-3ds-games-underrated/.

Fonte: Polygon.

2026-09-13 00:00:00

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