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Clayface opens in North America on October 23 and internationally on October 21.
It takes the film a while to find its groove, but once it does, Clayface delivers just the sort of nasty but fun body horror I was hoping it would.
Director James Watkins has fashioned a gritty throwback to not only the hardboiled revenge thrillers and low-budget horror flicks of the ‘50s and ‘60s but also to the cult classics of the ‘80s and ‘90s that paid homage to them. (Shades of The Fly, Darkman, and Johnny Handsome can all be found in Clayface.)
Based on the DC Comics character and working from a screenplay by Mike Flanagan and Hossein Amini, Clayface follows rising young movie star Matt Hagen (Tom Rhys Harries), a Gotham City native whose sketchy, hardscrabble background calls to mind that of Mark Wahlberg. Now a successful film actor, everything is going Matt’s way — until he runs afoul of Gotham’s most vicious and powerful crime lord, Markos Szabo (David Dencik), whose goons carve up Matt’s pretty boy face as punishment.
Disfigured and distraught, Matt finds no recourse from either the law or from multiple surgeries until he seeks out assistance from Dr. Caitlyn Corr (Naomi Ackie). Caitlyn’s similarly down on her luck, with her cutting edge research having been recently ripped off by her former partners. When Matt comes to her volunteering to be a human test subject for her experimental, AI-infused nanobot regenerative tech, she reluctantly says yes. All seems to be going well at first, but this movie ain’t called Clayface because Matt’s new skincare regimen worked out great.
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O filme solo do Clayface, personagem da DC Comics, chega aos cinemas da América do Norte em 23 de outubro, com estreia internacional um pouco antes, em 21 de outubro. Dirigido por James Watkins, o longa aposta em terror corporal com classificação R e se inspira em thrillers de vingança e filmes de horror das décadas de 1950 e 1960, além de clássicos cult dos anos 1980 e 1990, como The Fly, Darkman e Johnny Handsome.
A trama acompanha Matt Hagen (Tom Rhys Harries), um jovem astro de cinema nascido em Gotham City que cresceu em um ambiente difícil. Sua vida muda quando ele entra em conflito com Markos Szabo (David Dencik), o criminoso mais violento e poderoso da cidade. Como punição, os capangas de Szabo desfiguram o rosto de Matt. Sem apoio da lei e após várias cirurgias sem sucesso, ele procura a Dra. Caitlyn Corr (Naomi Ackie), uma pesquisadora que também está em má situação depois de ter seu trabalho roubado por antigos parceiros. Matt se oferece como cobaia para a tecnologia experimental de nanobots regenerativos com inteligência artificial desenvolvida por ela. Caitlyn reluta, mas aceita. O procedimento parece funcionar no início, mas o filme não se chama Clayface à toa.

O roteiro é assinado por Mike Flanagan e Hossein Amini. Segundo a avaliação publicada na cobertura internacional, Harries traz uma qualidade de jovem Malcolm McDowell, com aparência travessa que sugere uma escuridão interior, e não exagera nas cenas mesmo quando tem oportunidades para isso. Já Caitlyn, na visão da mesma análise, é retratada por Ackie de forma mais equivocada do que como cientista louca, apesar de ser responsável pelo monstro físico em que Matt se transforma. O texto sugere que os nanobots apenas despertaram e ampliaram um lado ruim que já existia nele.
A produção usa bem o poder de Matt de mudar de forma, com o personagem aproveitando suas habilidades de ator para viver diferentes figuras em sequência. A forma final do Clayface, fiel aos quadrinhos e aos desenhos animados, só aparece nos momentos finais do filme. A análise destaca que, embora o longa carregue a bandeira da DC Studios de James Gunn, ele poderia facilmente se passar fora do DCU: tirando Gotham City e Coast City, não há nada que grite DC Comics. Ainda assim, o filme mostra que o universo pode oferecer mais do que pancadaria de super-heróis e tramas de salvar o mundo.
Visão Gamer: para quem acompanha o universo DC nos cinemas, Clayface é um projeto de escala menor e tom mais sombrio, com classificação R e foco em terror corporal. A presença de Gotham City e Coast City conecta o longa ao universo compartilhado, mas a proposta parece mais próxima de um thriller de vingança com elementos de horror do que de um filme de super-herói tradicional.
Leia mais aqui em inglês: https://www.ign.com/articles/clayface-movie-review.
Fonte: IGN.
IGN Articles.
2026-10-21 19:00:00








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