10 jogos quase perfeitos de PS4 que passaram batido pela maioria

O PlayStation 4 chegou à América do Norte em 15 de novembro de 2013 e, desde então, recebeu lançamentos constantes dos mais variados gêneros. Mesmo com o PS5 já no mercado, ainda aparecem títulos para o console — sinal de que a plataforma está desacelerando, mas não morreu. E é justamente agora, com muitos desses jogos ainda disponíveis em mídia digital ou no mercado de usados, que vale olhar para trás e lembrar de dez jogos quase perfeitos que quase ninguém jogou.

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Fonte da imagem: Polygon

Começando pelo mais conhecido da lista: Infamous: Second Son, lançado em 21 de março de 2014. A franquia era enorme no PS3, mas no PS4 a atenção foi bem menor. Tem gente que até hoje pede o retorno da série e nem lembra que Second Son existe. O jogo é sólido e, a menos que você conte Infamous First Light (de 26 de agosto do mesmo ano) como sequência, foi ele que encerrou a franquia.

Infamous:
Image: Sucker Punch/Sony Interactive EntertainmentFonte da imagem: Polygon

Gravity Rush 2 (18 de janeiro de 2017) é outro caso clássico. Quem jogou costuma colocar entre os melhores da década, mas a maioria simplesmente não deu bola, mesmo com a Sony cuidando da publicação e do marketing. O game tem um elenco grande de personagens femininas e visual de quadrinhos que combina com a jogabilidade baseada em gravidade. As missões terrestres e corredores apertados tiram um pouco da liberdade que faz o restante do jogo brilhar.

Screenshot
SIE Japan Studio/Sony Interactive EntertainmentFonte da imagem: Polygon

Summon Night 6: Lost Borders (10 de março de 2016) foi desenvolvido pela Media.Vision, estúdio conhecido por Digimon Story: Time Stranger e pela série Wild Arms. Mesmo com esse currículo e uma base de fãs cult, o SRPG passou batido. Hoje ele nem está na PlayStation Store: só resta caçar uma cópia física cada vez mais rara.

Summon
Image: Media.Vision/Bandai NamcoFonte da imagem: Polygon

Erica (19 de agosto de 2019) entra na leva de jogos de PS4 que misturam gameplay com filmagens live-action. A narrativa ramificada acompanha a personagem-título lidando com o assassinato do pai, mas há segredos mais sombrios por trás do crime. A aventura não é longa, e refazer escolhas para ver outros finais pode valer a pena para quem se envolver.

Erica,
FlavourworksFonte da imagem: Polygon

Driveclub (7 de outubro de 2014) saiu no começo da vida do PS4 e chegou meio irregular, mesmo sendo bonito nas capturas. A Evolution Studios continuou trabalhando no jogo por meses, adicionando efeitos climáticos e ajustes internos que melhoraram a experiência de corrida arcade. Quando ficou realmente especial, o público já tinha ido para outros jogos. O título foi retirado da PlayStation Store, os servidores multiplayer desligaram e a equipe foi absorvida pela Codemasters. Ainda dá para se divertir no single-player com uma cópia física.

DriveClub
Image: Evolution Studios/Sony Interactive EntertainmentFonte da imagem: Polygon

Zanki Zero: Last Beginning (5 de julho de 2018), da Spike Chunsoft com a Lancarse, não tinha uma franquia estabelecida para ajudar no marketing. O jogo mistura uma história pós-apocalíptica com temas de perda e família, tudo servindo de pretexto para dungeon crawling. Não existem muitos jogos parecidos, então vale conferir para quem busca algo inesperado.

Danganronpa
Image: Lancarse/Spike ChunsoftFonte da imagem: Polygon

The Tomorrow Children: Phoenix Edition (6 de setembro de 2022) tem uma história curiosa. A Sony publicou o original em 25 de outubro de 2016, um action-adventure da Q-Games que incluía microtransações para incentivar gastos. Manter os servidores custava mais do que a Sony queria pagar, e eles fecharam em novembro de 2017. Anos depois, a Q-Games relançou o jogo por conta própria como Phoenix Edition, com ajustes no design original. A nova versão não precisa de servidores nem microtransações e está de volta à PlayStation Store.

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Q-Games/SIEFonte da imagem: Polygon

Exist Archive: The Other Side of the Sky (17 de dezembro de 2015) é da tri-Ace, mais conhecida por Star Ocean, em parceria com a Spike Chunsoft. O game traz gente que trabalhou em Valkyrie Profile e se destaca pelos personagens carismáticos e combate satisfatório, embora fique um pouco grind no final. A exploração de masmorras acontece em perspectiva lateral, como um platformer, o que foge do convencional e agrada quem quer um JRPG diferente.

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Image: tri-Ace/Spike Chunsoft/Aksys GamesFonte da imagem: Polygon

Bound (16 de agosto de 2016) é um platformer 3D que celebra amor, vida e expressão. A história se passa em um mundo fantástico dentro da mente de uma mulher relembrando a juventude. Movimentos de dança ajudam a atravessar ambientes amplos e admirar a arte. Na avaliação da fonte, o jogo lembra que arte, esporte, dança e literatura são formas de escapar por um tempo e talvez voltar como alguém um pouco diferente.

Bound
Image: Plastic Studios/Sony Interactive EntertainmentFonte da imagem: Polygon

Fechando a lista, Concrete Genie (8 de outubro de 2019), lançado no Japão como Ash to Mahou no Fude. É uma aventura em terceira pessoa que segue Ash, um pintor capaz de dar vida às próprias criações.

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Pixelopus/Sony Interactive EntertainmentFonte da imagem: Polygon

Visão Gamer: A lista serve como um lembrete de que o PS4 tem um catálogo enorme além dos blockbusters. Muitos desses títulos ainda podem ser encontrados em mídia física ou digital, mas alguns, como Summon Night 6 e Driveclub, dependem de cópias usadas ou já saíram da loja. Para quem gosta de explorar fora do óbvio, é um bom ponto de partida.

Five
Fonte da imagem: Polygon

Leia mais aqui em inglês: https://www.polygon.com/underrated-ps4-games/.

Fonte: Polygon.

2026-09-17 23:00:00

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