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Miyamoto Musashi, the legend goes, defeated his rival Sasaki Ganryu with a single blow to the head using nothing but a crude wooden sword carved from an oar.
Need to Know
What is it? The art of swordplay, revolutionized after the discovery of physics
A Capcom confirmou que Onimusha: Way of the Sword será lançado em 3 de setembro de 2026 para PC, com preço sugerido de US$ 70 (cerca de R$ 350). O jogo, que marca o retorno da franquia após anos de espera, aposta em um combate pesado e técnico, com ênfase em parries e contra-ataques, lembrando a precisão de Sekiro, mas com a identidade própria da série.

A análise da PC Gamer, feita em uma configuração com Radeon RX 9070 XT, Intel i5-13600K e 64GB de RAM, destaca que o jogo roda a 120 FPS com todos os gráficos no máximo e FSR4 em qualidade, com apenas pequenos engasgos nas transições de cenas. O visual, especialmente nas expressões faciais e cutscenes, é considerado o melhor já visto no RE Engine, embora o cenário de Kyoto, sempre nublado e enlameado, possa cansar.
A história acompanha um jovem Musashi, que recebe uma luva mágica capaz de absorver as almas dos demônios Genma. A campanha, que levou cerca de 35 horas para ser concluída, inclui missões secundárias, mas o ritmo é criticado: o jogo começa devagar, com tutoriais e mecânicas sendo apresentadas aos poucos, e depois se perde em um hub world monótono, crafting de equipamentos e bosses que se repetem em versões mais difíceis. A própria narrativa tenta justificar as repetições, com o personagem reclamando de lutar contra quem já derrotou.

O ponto alto, segundo a análise, são os duelos contra chefes. Cada confronto exige paciência e timing para aparar golpes, acumular energia e executar ataques críticos. As armas secundárias, chamadas Oni Armaments, adicionam camadas de estratégia, permitindo drenar vida ou quebrar a postura do inimigo, mas o jogador precisa equilibrar o uso desses recursos, já que o inimigo pode roubar a energia acumulada se você for pego em um golpe.
A física também tem um papel interessante: Musashi reage aos impactos, e objetos do cenário, como tábuas, podem ser usados como armas improvisadas. No entanto, a análise aponta que essas mecânicas não são totalmente exploradas nos chefes, que dependem mais de padrões de ataque tradicionais.

Apesar do excesso de conteúdo e do ritmo irregular, a PC Gamer elogia a execução do combate e a homenagem ao ator Toshiro Mifune, cuja semelhança dá vida a um Musashi carismático e expressivo, com direito a trejeitos clássicos do ator. O jogo é descrito como uma mistura de ação visceral com o charme exagerado dos jogos da Capcom dos anos 2000.
Visão Gamer: Onimusha: Way of the Sword parece acertar no que importa para os fãs de ação: combate desafiador e satisfatório, com uma direção de arte caprichada. O problema é o inchaço de conteúdo, que pode afastar quem prefere experiências mais diretas. Para quem curte a franquia ou busca um soulslike com personalidade própria, vale ficar de olho, mas talvez seja melhor esperar por uma edição completa ou uma futura atualização que corte o excesso.
Leia mais aqui em inglês: https://www.pcgamer.com/games/action/onimusha-way-of-the-sword-review/.
Fonte: PC Gamer.
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2026-08-31 15:00:00








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