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What is it? A prequel to the classic third-person cover shooters
Gears of War: E-Day chega em 6 de outubro de 2026 para Xbox e PC, custando US$ 70 (ou £ 60), com desenvolvimento da The Coalition e publicação da Xbox Game Studios. O jogo é uma prequela ambientada no Dia da Emergência, o momento em que os Locust saíram do subsolo e atacaram a superfície — evento que já tinha sido mostrado na cutscene de abertura do Gears of War original.

A grande curiosidade revelada pela prévia é que Marcus Fenix, o símbolo do combate por cobertura, tinha um botão de pulo quando mais jovem. Segundo a análise, E-Day inclui um salto literal para a franquia, com personagens um pouco mais acrobáticos e um remapeamento de botões que coloca a corrida no L3 e dá ao ato de escalar um botão dedicado. A promessa é resolver aquele problema clássico de tentar se encaixar em uma cobertura e acabar rolando para a morte.

O combate, aliás, é apontado como o ponto mais forte. No modo Hardcore, ficar parado na mesma cobertura é punido, e o jogador precisa avançar, avaliar riscos e escolher entre um tiro de sniper, uma execução com motosserra ou uma corrida desesperada. A comparação feita é com um jogo de táticas por turnos sem o botão de pausa — o que explicaria a transição tão natural da franquia para o spin-off tático.

A campanha, porém, é descrita como arrastada. A análise critica o fato de E-Day não acrescentar grandes insights além do que a cutscene original já mostrava. Marcus aparece ao lado de Dom Santiago, mas, em vez de uma versão mais jovem e inexperiente, ele já surge como o veterano cínico e traumatizado que os fãs conhecem. A impressão geral é de que a história não justifica o formato de prequela.

O multiplayer é apontado como um sucesso menos qualificado. Os modos 4 contra 4 funcionam bem para quem quer entrar direto na ação, mas deixam claro que a prática com a escopeta durante a campanha faz falta. Conquest gira em torno de tomar e manter uma área do mapa, enquanto Demolition exige acionar e proteger uma bomba em território inimigo.

A análise foi feita no Asus ROG Zephyrus G14, e a performance no Steam Deck ainda não foi informada.
Visão Gamer: A mudança no botão de pulo e o remapeamento de corrida e escalada podem alterar a sensação de mobilidade em um jogo conhecido pelo ritmo travado nas coberturas. Já a estrutura de prequela, que não parece trazer uma versão mais jovem ou inexperiente de Marcus, é o ponto que pode pesar para quem esperava uma história de origem mais marcante.
Leia mais aqui em inglês: https://www.pcgamer.com/games/third-person-shooter/gears-of-war-e-day-review/.
Fonte: PC Gamer.
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2026-10-06 17:59:00








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