10 clássicos do NES que ainda não chegaram ao Switch Online

O Nintendo Switch Online tem um catálogo generoso de jogos do NES, mas ainda há uma lista considerável de clássicos que nunca apareceram no serviço. Separamos dez títulos que fazem falta — alguns são raridades caras no cartucho original, outros simplesmente nunca foram relançados de forma oficial.

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Fonte da imagem: Polygon

Começando pelo topo: Bionic Commando (julho de 1988) é um dos pedidos mais óbvios. A Capcom lançou o arcade Top Secret em 1987, e a versão de NES veio no ano seguinte com fases de plataforma e a mecânica de braço biônico que grudava em pontos distantes para alcançar plataformas mais altas. A trama japonesa foi modificada para o Ocidente, mas o gameplay continua marcante.

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Image: Tengen/MindscapeFonte da imagem: Polygon

Shadowgate (março de 1989) é outro que merece voltar. A ICOM Simulations criou a aventura point-and-click, e a Kemco portou para o NES. O castelo medieval cheio de monstros e armadilhas ficou famoso pela dificuldade e pelo save por bateria, que evitava perder todo o progresso. A série ainda tem fãs, e Beyond Shadowgate, na Steam, mostra como uma sequência poderia ser — mas o original do NES segue sem acesso fácil.

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Image: TaitoFonte da imagem: Polygon

Faxanadu (novembro de 1987) é lembrado por muita gente como um dos primeiros exemplos de Metroidvania. A Hudson Soft desenvolveu como spinoff da série Dragon Slayer, da Falcom, e a Nintendo publicou na América do Norte e Europa. A mistura de ação sidescrolling com elementos de RPG conta a história de um andarilho que volta para casa e encontra a cidade abandonada, com anões em conflito. Se questões de licenciamento forem resolvidas, é um candidato natural ao serviço.

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Image: Hudson SoftFonte da imagem: Polygon

Princess Tomato in the Salad Kingdom (maio de 1988) é a opção mais esquisita da lista — no bom sentido. A Hudson Soft colocou o jogador como Sir Cucumber para resgatar a Princesa Tomato, sequestrada pelo Ministro Pumpkin. O mundo é habitado por vegetais falantes, e a interface é baseada em menus, como uma aventura de texto com visuais. Chegou a sair no Virtual Console, mas ficou indisponível quando o serviço encerrou.

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Image: CapcomFonte da imagem: Polygon

Bubble Bobble Part 2 (agosto de 1993) é o caso clássico de sequência rara e cara. O original é acessível, mas o segundo jogo virou item de colecionador. A fórmula dos dinossauros que soltam bolhas em fases de tela única continua, agora com suporte a multiplayer, gráficos fofos e músicas grudentas. Ter a versão digital evitaria o gasto alto com o cartucho.

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Image: Infinity/BroderbundFonte da imagem: Polygon

The Battle of Olympus (março de 1988) foi o primeiro jogo da Infinity, publicado pela Broderbund nos EUA. O herói Orpheus precisa reencontrar Helene, enfrentando monstros com espada e magia em uma Grécia mitológica. A ação lembra Zelda 2: The Adventure of Link, e o visual captura bem o clima da antiguidade. Os criadores originais estão trabalhando em um remake para Steam, com early access previsto para janeiro de 2027, antes do 40º aniversário.

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Image: TaitoFonte da imagem: Polygon

Destiny of an Emperor (maio de 1989) é um RPG da Capcom que nunca teve a sequência localizada. A trama acompanha heróis que se unem para livrar a China das brigadas de bandidos conhecidas como Yellow Scarves. A jornada é longa, com batalhas estratégicas em grupo, e há quem veja influência em RPGs posteriores como Suikoden.

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Jeremy Parish/PolygonFonte da imagem: Polygon

Adventure Island 3 (julho de 1992) saiu pela Now Production e Hudson Soft. O terceiro jogo da série do Master Higgins nunca chegou ao Virtual Console do Wii ou Wii U — e o quarto também não, além de nunca ter sido localizado na época. A fórmula de coletar frutas para manter energia e arremessar armas continua, com dificuldade alta e fases tropicais.

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Image: Hudson Soft/NintendoFonte da imagem: Polygon

Kiwi Kraze (março de 1991) é o port de New Zealand Story feito pela Taito. O jogador corre, pula e anda de balão por um mundo de zoológico com monstros fofos armados com arcos e lasers. O objetivo é alcançar uma morsa vilã que sequestrou os amigos do protagonista. Tem warps escondidos, upgrades temporários de arma e muita dificuldade, especialmente nos chefes.

Shadowgate
Image: Icom Simulations/KemcoFonte da imagem: Polygon

Fechando a lista, Paperboy. O clássico de entregar jornais desviando de obstáculos é um dos que ainda não apareceram no Switch Online. Não há detalhes de data ou preço para nenhum desses relançamentos — são apenas títulos que os fãs ainda esperam ver no serviço.

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Jeremy Parish/PolygonFonte da imagem: Polygon

Visão Gamer: Para quem assina o Switch Online, a chegada de qualquer um desses jogos representaria acesso legal e prático a títulos que hoje só circulam em cartuchos caros ou em plataformas descontinuadas. A ausência de Adventure Island 3 e 4 no Virtual Console, por exemplo, mostra que a lista de pendências é antiga. Já a situação de Princess Tomato e Faxanadu esbarra em licenciamento e disponibilidade, não necessariamente em vontade da Nintendo. O serviço segue como a via mais realista para jogar esses clássicos sem depender do mercado de colecionadores.

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Leia mais aqui em inglês: https://www.polygon.com/best-nes-games-missing-nintendo-switch-online/.

Fonte: Polygon.

2026-09-29 02:00:00

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