Gallipoli, novo FPS da BlackMill Games, aposta em realismo brutal e pânico no campo de batalha

A BlackMill Games, estúdio por trás da série WW1, acaba de lançar Gallipoli, seu quarto jogo ambientado na Primeira Guerra Mundial. Desta vez, o cenário é a Frente do Oriente Médio, um palco inédito na franquia, onde o Império Otomano enfrenta o Império Britânico. O jogo já está disponível para PC e promete ser o projeto mais bonito e ambicioso do estúdio até agora.

Fonte da imagem: IGN

Gallipoli se destaca não só pelos gráficos, mas também pela abordagem realista do combate. A desenvolvedora implementou um sistema de pânico que afeta diretamente os soldados em campo. Quando um jogador está sob fogo pesado, seu personagem pode entrar em estado de pânico, com visão turva e dificuldade para mirar. Isso adiciona uma camada extra de tensão e realismo, já que o jogador precisa lidar com o medo de seu personagem enquanto tenta sobreviver.

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O jogo também traz duas classes de metralhador: a leve, que pode ser carregada pelo soldado, e a pesada, que precisa ser montada em posições estratégicas. A metralhadora pesada é uma das novidades e pode ser usada para segurar linhas de defesa ou apoiar avanços. Além disso, o sistema de fogo de supressão recompensa jogadores que atiram na direção do inimigo sem necessariamente acertá-lo, já que isso pode causar pânico nos oponentes.

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A física das armas é outro ponto de destaque. Esqueça o estilo arcade de Call of Duty: aqui, atirar de pé com uma metralhadora leve é praticamente inútil, e cada arma tem sua eficácia reduzida conforme a distância. O realismo também se estende ao campo de batalha, com nuvens de poeira levantadas por bombardeios que obscurecem a visão e podem causar confusão entre os times. O jogo não tem opção de desativar o dano entre aliados, então é preciso cuidado para não acertar os próprios companheiros em meio ao caos.

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A ambientação histórica é um dos grandes atrativos. Gallipoli retrata um momento em que a tecnologia bélica avançava mais rápido do que as estratégias de combate, e isso se reflete no gameplay. Os jogadores precisam se adaptar a um estilo de guerra brutal, onde a sobrevivência depende mais de táticas coletivas do que de ação individual.

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Visão Gamer: Gallipoli se posiciona como uma alternativa realista para quem busca um FPS de guerra diferente dos blockbusters modernos. O sistema de pânico e a ênfase no trabalho em equipe podem ser um choque para quem está acostumado com jogos mais dinâmicos, mas é justamente essa abordagem que promete uma experiência imersiva e desafiadora. Para os fãs de história e de jogos táticos, o título da BlackMill Games pode ser uma adição interessante à biblioteca.

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Leia mais aqui em inglês: https://www.ign.com/articles/gallipoli-review.

Fonte: IGN.

IGN Articles.

2026-08-28 16:12:00

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